Homens não se preocupam muito com câncer de próstata e menos ainda com câncer de testículos. Para chamar a atenção da homarada para a importância de fazer exames preventivos, Adam Levine, vocalista do Maroon 5, está peladão este mês na edição britânica da revista Cosmopolitan. Olha ele aqui chamando sua atenção:
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Adam Levine, do Maroon 5, peladão contra o câncer
Publicado em Fotografia, tagged Adam Levine, Maroon 5 em janeiro 20, 2011 | 4 Comentários »
Maroon 5 mandou bem no show do Rio de Janeiro
Publicado em Música, tagged Maroon 5, shows em novembro 11, 2008 | 4 Comentários »
Muita gente não se deixa convencer pelo som radiofônico do Maroon 5, justamente por ser redondinho, palatável e limpinho. O nome da banda não ajuda, parece nome de boy band. Mas a verdade é que o grupo tem o seu valor, com algumas jóias pop no currículo e um bom talento para ritmo e melodias. Sem cometer nenhum grande pecado musical, e sem atentar contra o bom gosto, eles conseguem criar canções que funcionam no rádio, na novela, na festa, no carro e em momentos românticos. Também funcionam muito bem ao vivo, como eles mostraram no show que fizeram sexta-feira, dia 7, na HSBC Arena, no Rio de Janeiro.
Os rapazes tocaram muito bem. Souberam pôr o público para dançar, assim como também souberam pôr os casais para beijar. Com apenas dois álbuns na bagagem, eles não deixaram nenhum hit de fora: She will be loved (momento “Acendam seus celulares”), Sunday morning, This love (a primeira da noite), a excelente Makes me wonder (que poderia ter sido defendida de forma eletrizante), Wake up call, Won’t go home without you (linda, com refrão cantado numerosas vezes pela platéia), If I never see your face again (muito melhor sem Rhianna), Harder to breathe… Tudo foi tocado, e mais alguma coisa. Teve até cover de Wicked game, do Chris Isaak, e rápidas citações a outras músicas alheias, como In the air tonight, de Phil Collins.
Embora tenha ido tudo bem, é verdade que tudo poderia ser ainda melhor: Adam Levine poderia dominar a platéia com seu carisma, os músicos poderiam incendiar o público, o repertório poderia ser poderoso. Mas a sensação que fica não é de frustração, e sim de confiança no futuro da banda, que demonstra ter potencial para crescer nesses sentidos. É só querer. Só não há perdão para o fato de eles entrarem no palco ao som de uma gravação operística. Foi cafona.
O sex appeal de Levine é surpreendentemente gay, vide a forma como ele dançava e se movimentava no palco, ainda que ele não abusasse de suas armas de sedução. O cantor conquistou o público mais pelo seu jeito simpático, gente boa, ao comentar como era difícil falar português e o quanto estava impressionado com os belos traseiros dos brasileiros, coisa que ele lamentou não ter.
[Fotos: 1) Aline Vieira; 2) Rodrigo Pereira/Ag News; 3) Flávio Moraes; 4) Fernando Souza; 5) Márcio Nunes/Photo Rio News]








