1. Pinóquio (1883)
É o mais encantador de todos os brinquedos da ficção. O boneco de madeira sonhava ser menino e nos levou a crer que mentir fazia o nariz crescer. Nasceu na literatura, por obra de Carlo Collodi, e reencarnou milhões de vezes nos últimos 120 anos, como desenho animado, peça de teatro, audiodisco etc.
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2. Talky Tina (1963)
Criada por Jerry Sohl, embora creditada a Charles Beaumont, ela era um perigo. No episódio 126 da série de TV Além da Imaginação (The Twilight Zone), o personagem de Telly Savalas só entendeu que aquela não era uma boneca comum quando ela abriu os olhinhos e lhe disse: “My name is Talking Tina and I’m going to kill you”.
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3. Buzz Lightyear (1995)
Ele é um boneco supermoderno, daqueles que falam e são cheios de botões e barulhinhos. Mas ele pensava que era um super-herói de verdade. Ao cair na real, deixou de ser metido para ser apenas charmosão. Buzz é a melhor coisa de Toy Story, primeiro longa-metragem da Pixar, dirigido por John Lasseter.
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4. Woody (1995)
Brinquedo protagonista do mesmo Toy Story de onde saiu Buzz Lightyear, ele é um caubói de pano e espuma que teme deixar de ser o brinquedo preferido de Andy, seu dono. Afinal de contas, a cada Natal e aniversário, vários brinquedos novos chegam ao quarto da criança, com grande chance de conquistar o pódio de sua preferência.
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5. Emília (1920)
A boneca de pano recheada de macela foi confeccionada por Tia Nastácia, como presente a Narizinho. Desde que tomou uma pílula falante, nunca mais fechou sua torneirinha de asneiras. Criada por Monteiro Lobato, Emília é voluntariosa, arrogante e chata. Mas seu carisma e inteligência a tornam o destaque do Sítio do Picapau Amarelo.
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6. Haroldo (1985)
Ele é apenas um tigre de pelúcia, mas não na fértil imaginação de Calvin, menino de 6 anos que toca o terror na companhia de seu brinquedo preferido. Haroldo é um verdadeiro sábio, cujo nome original – Hobbes – faz referência ao filósofo inglês Thomas Hobbes. Criada por Bill Watterson, Calvin & Haroldo é um clássico dos quadrinhos.
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7. Soldadinho de Chumbo (1838)
A história deste soldadinho de metal criado por Hans Christian Andersen é só tristeza. Ele tem uma perna só, sofre na mão de um troll e de algumas crianças, é jogado no esgoto, engolido por um peixe e, por fim, derretido. Sua única “felicidade” é morrer ao lado de sua amada bailarina. Ao menos ele nos ensinou que o amor é eterno.
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8. Teddy (1969)
Ele parece ser apenas um ursinho de pelúcia bonitinho, mas é um robô com inteligência artificial. Apareceu pela primeira vez em 1969, no conto de ficção científica Superbrinquedos duram o verão inteiro, de Brian Aldiss. No filme A.I. – Inteligência artificial (2001), co-escrito e dirigido por Steven Spielberg, Teddy ganhou uma voz sinistra de dar medo.
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9. Chucky (1988)
Perseguido pela polícia, o assassino Charles Lee Ray levou um tiro fatal. Porém, antes de morrer, usou vodu para transferir sua alma para um boneco. Morreu o homem, nasceu Chucky, o Brinquedo Assassino, astro de tantos filmes trash, capaz de matar das formas mais horríveis. A história original é de Don Mancini, em filme dirigido por Tom Holland.
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10. Sansão (1963)
Se o coelhinho azul da Mônica falasse, ele certamente reclamaria da vida, e com razão. Afinal, ele vive sendo sequestrado pelo Cebolinha e é usado como arma por sua dona. Criado por Maurício de Souza em 1963, ele apareceu pela primeira vez em uma tira do Cebolinha na Folha de S. Paulo, mas só ganhou nome em 1983.
