Adoro esses flagrantes de cenas de intimidade anos 50/60. Os homens e mulheres pareciam… adultos, não tinham a jovialidade – e imaturidade – perene do mundo contemporâneo. Sexo era coisa de gente grande.
Agora, sensacional mesmo é a chamada da capa: Quatro pessoas sozinhas no abrigo de uma montanha descobrem que o amor não conhece leis, exceto suas próprias necessidades!
UAU!
É verdade, Olga. Estou terminando de ler “A vida como ela é”, do Nelson Rodrigues, e tenho a mesma impressão, de que se ia da infância direto para a vida adulta, sem lugar para imaturidade.
Adoro esses flagrantes de cenas de intimidade anos 50/60. Os homens e mulheres pareciam… adultos, não tinham a jovialidade – e imaturidade – perene do mundo contemporâneo. Sexo era coisa de gente grande.
Agora, sensacional mesmo é a chamada da capa: Quatro pessoas sozinhas no abrigo de uma montanha descobrem que o amor não conhece leis, exceto suas próprias necessidades!
UAU!
É verdade, Olga. Estou terminando de ler “A vida como ela é”, do Nelson Rodrigues, e tenho a mesma impressão, de que se ia da infância direto para a vida adulta, sem lugar para imaturidade.
Eu adoro essas capinhas antigas de livro barato.