Saint-Laurent morreu no domingo, mas ele estará sempre nos vestidos trapézios, nas transparências, nos trajes inspirados nas artes plásticas, nos ternos e smokings femininos, nas calças de cintura alta para mulheres, nas jaquetas cáquis para safári, nos nus artísticos feitos para propaganda de perfume, em muitas das eternas fotos de Helmut Newton, no figurino de “A bela da tarde”, nas fragrâncias Jazz e Opium, na História.







Yves Saint-Laurent (1936-2008)
junho 3, 2008 por Editor
